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  • Vitoria Damacena

Entenda as mudanças nas exportações de alimentos em razão da COVID-19




Pensar nos acontecimentos do ano de 2020 certamente dá uma grande dor de cabeça, a instabilidade, a ansiedade para saber como será o futuro é um sentimento presente mundo a fora. Vivendo a maior crise de saúde do século, o surgimento do novo Coronavírus, trouxe consigo uma devastadora pandemia, causadora de diversas alterações em todos os setores, social, político e o econômico, não só no Brasil, como em todo o mundo.


Hoje faz-se necessário nos atentar acerca de uma temática muito importante para o comércio exterior, o carro chefe da economia brasileira, detentor de uma boa parcela do Produto Interno Bruto - PIB, a exportação de alimentos. E para ajudar você, que tem uma empresa do setor alimentício, que pensa em exportar, decidimos fazer um panorama geral com o intuito de mostrar as principais mudanças ocorridas no setor em resultado da COVID-19.

Como estávamos antes da chegada da pandemia


Embora aqui no Brasil, o novo vírus tenha chegado em meados de março, o mundo já vinha enfrentando essa nova problemática desde o início do ano. Em resultado disso, a Organização para Agricultura e Alimentação - FAO das Nações Unidas, constatou uma diminuição no preço dos alimentos nos primeiros meses de 2020, assim aumentando as especulações sobre um possível diminuição na arrecadação das exportações aqui no Brasil.


A chegada da COVID-19 no Brasil


Em observação do cenário mundial, instalou-se um sentimento de incerteza e ansiedade acerca de como a economia brasileira seria alterada com a pandemia. Com a queda nos setores industrial e comercial, acreditava-se que o setor de exportação de alimentos iria pelo mesmo caminho, entretanto, logo veio a grande surpresa: o brasil teve um aumento de 28% nas exportações de alimentos, segundo a secretaria de comércio exterior. E para entender melhor essa situação, destacamos 3 fatores que colaboraram para esse crescimento na taxa de exportação de alimentos no Brasil durante o período de pandemia da COVID-19.

1. Aumento na exportação para os países asiáticos:

Como o continente asiático foi o primeiro a sofrer com a pandemia do novo Coronavírus, houve uma crescente nas exportações para países da região, principalmente no sudeste do continente. Com a adoção do Lockdown - fechamento total de todos os setores não essenciais - muitos países encontraram nas exportações o principal meio de abastecimento alimentício, valendo também ressaltar que esses países encontram-se entre os maiores em números populacionais. Assim, enxergando um potencial gigantesco nas relações comerciais com esses novos grandes compradores.

2. Exportação de alimentos ricos em vitamina C:

Com a chegada de uma doença ainda tão desconhecida, a adoção de métodos já conhecidos e naturais foi a escolha de muitas pessoas. Logo, em luta contra um vírus que estava ligado à aspectos imunitários, houve um aumento no consumo de alimentos ricos em vitamina C, mesmo que após afirmações de especialistas sobre a ineficácia do consumo desse tipo de alimento a fim de uma ação imunizadora contra a COVID-19. Em resultado desse aumento, surgia então, um novo perfil de compra, que se mostrou muito vantajoso para o setor econômico do Brasil, tendo em vista o aumento significativo de quase 30% nas exportações desse tipo de alimento.

3. A questão da Logística:

No Brasil, não tivemos um fechamento total das atividades, os portos, principal caminho das exportações não foram tão afetados, assim a questão da logística não foi um grande fator de dificuldade para o setor de comercio de exportação brasileiro, muito diferente do que aconteceu em diversos países. O agronegócio, principal meio econômico do país, conseguiu contornar toda essa problemática, e entregou resultados satisfatórios no setor de exportação de alimento, pode-se justificar que muito desse bom resultado, veio pela criação de um gabinete de crise, que à partir do monitoramento massivo sobre a situação da COVID-19, conseguiu com que o setor alimentício pudessem continuar atuando “normalmente”, mesmo durante a pandemia.

Momento pós-pandemia


Com a futuro tão incerto e mutável, muitas projeções estão surgindo acerca dos próximos anos. Existem algumas teorias mais otimistas, que acreditam no Brasil como novo grande fornecedor de alimentos global, ressaltando principalmente as exportações de alimentos para os países do sudeste asiáticos, como também existem os mais pessimistas, que acreditam em uma possível crise nos diversos setores econômicos. Basta agora esperar e acompanhar os próximos capítulos dessa novela, principalmente a respeito da exportação de alimentos.

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